Cronologia
I / XIIIA Génese
Em 1995, estando a Universidade do Minho bem representada por tunas masculinas e femininas, a academia ansiava por uma tuna mista. Deste modo, a 28 de fevereiro de 1996, sob a luz de lampião e em frente à escola, nasce a Augustuna – Tuna Mista da Universidade do Minho, sob o lema "Multi Sunt Vocati, Pauci Vero Electi".
A Primeira Irmandade
Após se afirmar como a primeira tuna mista da Universidade do Minho, a Augustuna viaja pelo país fora, onde cria laços eternos de irmandade com a Tum'Acanénica – Tuna Mista da ESECS do IPLeiria.
Um Novo Ar
Devido à falta de adesão de membros do sexo feminino, a Augustuna decide afirmar-se como tuna masculina, passando a ser a Augustuna – Tuna Académica da Universidade do Minho. No entanto, todas as mulheres que fizeram e fazem parte da nossa história receberam o título de "Tunos Honorários".
O Nascer de Algo Grande
De maneira a perpetuar ainda mais os valores característicos da Augustuna, deu-se a criação do Magna Augusta, que ainda não era um festival, mas sim um encontro de tunas.
O Magna Augusta
Depois de uma experiência tão rica como foi o encontro de tunas, a Augustuna decide, em março, lançar a primeira edição do seu festival, o Magna Augusta, onde estiveram 5 tunas convidadas, 4 a concurso e uma extra-concurso.
Por Mares Nunca Antes Navegados
Depois da primeira edição do Magna Augusta, tão querido pela cidade de Braga, nasce a necessidade de espalhar ainda mais os costumes da cultura minhota. Deste modo, a Augustuna decide ir além-fronteiras e ruma a Barcelona, marcando assim a primeira digressão.
O Encerrar de Uma Vida
Depois de largos anos a espalhar o azul de Braga, a Augustuna volta a sofrer e, à semelhança do que aconteceu em 2003, volta a não ter adesão de membros. Com um gosto amargo, a Augustuna fecha portas. No entanto, a sua atividade só acaba na Récita de 2009, onde um dos temas tocados nessa noite foi a "Hora de Fechar".
Um Novo Começo
Apesar de estar de portas fechadas, os feitos da Augustuna ainda ecoavam pelas ruas e pelos corações da cidade de Braga. Foi com este sentimento que 8 jovens decidem reerguer a Augustuna e dar à academia o azul de Braga que tanto faltava.
A Nova Imagem
Reerguer algo tão grande como a Augustuna foi um processo que, tal como uma das músicas do seu reportório, "Vinho do Porto", demora até ficar com aquele sabor que nos aquece. Com o objetivo de mostrar que a Augustuna era um marco da cultura académica minhota, coube aos caloiros, os Seminas, a organização da Festa do Semina.
Quem Sabe Nunca Esquece
A Augustuna está reerguida, mas ainda havia algo que fazia falta. Deste modo, ao fim de 12 anos, com o apoio dos novos, dos nossos velhotes e das nossas "Tunos Honorários", volta ao coração da cidade a terceira edição do Magna Augusta.
O Hino
Quem está familiarizado com a Augustuna sabe que uma das suas maiores características é o espírito tuneril que a mesma carrega. Deste modo, em 2022 é lançado no YouTube o videoclip do nosso hino, que é até hoje a melhor descrição de quem nós somos: a nossa "Braga Boémia".
Os Novos Irmãos
A Augustuna sempre foi uma das tunas que melhor ambiente criava, e provas disso eram os inúmeros prémios de Tuna Mais Tuna. Numa dessas aventuras conhecemos uns senhores de Matosinhos e, em 2024, em pleno VII Magna Augusta, é criada uma nova irmandade com a TAIPAM – Tuna Académica do IPAM – Cidade de Matosinhos.
Os Loucos 30 Anos
Desde 2018 até ao presente, a Augustuna marcou a cidade de uma maneira que permitiu perpetuar ainda mais os nossos costumes e tradições, e o seu renome nunca parou de crescer. Prova disso são os mais de 30 membros ativos em festivais. Sendo um ano tão especial, a Augustuna lança no palco dos 30 Anos, do IX Magna Augusta, o seu mais recente original, "Idos de Março".
