A Formação
A história da fundação e evolução da Augustuna
A Tradição que Desafia
Fundada em 1996, a Augustuna nasceu do espírito boémio e musical que pulsa no coração da Universidade do Minho. O que começou como uma tuna mista rapidamente evoluiu para uma tuna masculina, honrando a tradição académica de Braga enquanto reinventava o conceito de musicalidade tunante.
Batizada em homenagem ao Mestre Augusto, a nossa identidade é um equilíbrio perfeito entre o respeito pela herança académica e a ousadia de quem não tem medo de ser diferente — tal como António Variações, que nos inspira a fundir o tradicional com o contemporâneo.
Cronologia
A Génese
Em 1995 estando a universidade do Minho bem representada por tunas masculinas e femininas a academia ansiava por uma tuna mista, deste modo em 28 de Fevereiro de 1996 sob a luz de lampião em frente à escola nasce a Augustuna – Tuna Mista da Universidade do Minho sob o lema "Multi Sunt Vocati Pauci Vero Electi".
A Primeira Irmandade
Após se pronunciar como a primeira tuna mista da Universidade do Minho a Augustuna viaja pelo país fora onde cria laços eternos de irmandade com a Tum'Acanénica – Tuna Mista da ESECS do IPLeiria.
Um Novo Ar
Devido à falta de adesão de membros do sexo feminino a Augustuna decide afirmar-se como tuna masculina passando a ser a Augustuna – Tuna Académica da Universidade do Minho, no entanto todas as mulheres que fizeram e fazem parte da nossa história receberam o título de "Tunos Honorários".
O Nascer de Algo Grande
De maneira a querer perpetuar mais ainda os valores que eram característicos à Augustuna deu-se a criação do Magna Augusta que ainda não era um festival mais sim um encontro de tunas.
O Magna Augusta
Depois de uma experiência tão rica que foi o encontro de tunas, a Augustuna decide, em Março, lançar a primeira edição do seu Festival o Magna Augusta onde estiveram 5 tunas convidadas, 4 a concurso e uma extra concurso.
Por Mares Nunca Antes Navegados
Depois da primeira edição do tão querido pela cidade de Braga o Magna Augusta nasce a necessidade de espalhar ainda mais os costumes da cultura minhota. Deste modo a Augustuna decide ir além fronteiras e ruma em direção a Barcelona marcando assim a primeira digressão.
O Encerrar de Uma Vida
Depois de uns largos anos a espalhar o azul de Braga a Augustuna volta a sofrer e em semelhança ao que aconteceu em 2003 volta a não ter adesão de membros. Com um gosto amargo a Augustuna fecha portas, no entanto a sua atividade só acaba na Récita de 2009 onde um dos temas tocados nessa noite foi a "Hora de Fechar".
Um Novo Começo
Apesar de estar de portas fechadas os feitos da Augustuna ainda ecoavam pelas ruas e corações da cidade de Braga. Foi com este sentimento que 8 jovens decidem reerguer a Augustuna e dar à Academia o Azul de Braga que tanto faltava.
A Nova Imagem
Reerguer algo tão grande como a Augustuna foi um processo que tal como uma das músicas do seu reportório "Vinho do Porto" demora até ficar com aquele sabor que nos aquece. Com o objetivo de mostrar que a Augustuna era um marco da cultura académica minhota, coube aos caloiros, os Seminas, a organização da Festa do Semina.
Quem Sabe Nunca Esquece
A Augustuna está reerguida, mas ainda havia algo que fazia falta, deste modo ao fim de 12 anos com o apoio dos novos, dos nossos velhotes e das nossas "Tunos Honorários" volta ao coração da cidade a terceira edição do Magna Augusta.
O Hino
Para quem está familiarizado com a Augustuna sabe que uma das maiores características é o espírito tuneril que a mesma carrega. Deste modo em 2022 é lançado o videoclip no Youtube do nosso hino que é até hoje a melhor descrição de quem nós somos a nossa "Braga Boémia".
Os Novos Irmãos
A Augustuna sempre foi uma das tunas que melhor ambiente criava e provas disso eram os inúmeros prémios de Tuna Mais Tuna. Numa dessas aventuras conhecemos uns Srs. de Matosinhos e em 2024 em pleno VII Magna Augusta é criada uma nova Irmandade com a TAIPAM – Tuna Académica do IPAM – Cidade de Matosinhos.
Os Loucos 30 Anos
Desde 2018 até ao presente que a Augustuna marcou a cidade de uma maneira que permitiu perpetuar ainda mais os nossos costumes e tradições e o seu renome nunca parou de crescer tal é a prova que está viva pelos mais de 30 membros ativos em festivais. Sendo um ano tão especial a Augustuna lança no palco dos 30 Anos, do IX Magna Augusta o seu mais recente original "Idos de Março".
